SISAB
Salão Internacional do Setor Alimentar e Bebidas. 17.º Edição
LISBOA - PORTUGAL. 27-28-29 FEVEREIRO 2012.

TESTEMUNHOS Edição 2011

 

Luís Vieira. Secretário de Estado da Agricultura e Pescas

 

Qual a mais valia do SISAB para o sector do agro-alimentar e bebidas?

Este  Salão tem desempenhado um papel extremamente importante na interligação das nossas empresas do sector agro-alimentar com o mercado internacional. Têm aparecido cada vez mais empresas, mais compradores, é um certame que se tem afirmado como um dos grandes eventos do sector alimentar no país. O sector tem evoluído muito favoravelmente. Nos últimos sete anos, as exportações aumentaram 47 por cento e o défice agro-alimentar estabilizou, ou seja, o de 2009 é idêntico ao de 2005. Fundamentalmente pelo contributo que tem dado o sector exportador, que passou de 2,6 mil milhões de euros para 3,9 mil milhões de euros de exportação.

 

A que se deve essa estabilização e o aumento no valor das exportações?

Por um lado, ao trabalho desenvolvido pelas nossas empresas que apostaram na internacionalização. Mas também à existência de políticas públicas direccionadas para a promoção dos produtos alimentares no mercado mundial. Criamos duas marcas «chapéu»: a Wines of Portugal, sobre a qual os vinhos de Portugal se afirmam no mundo, e a Portugal Fresh, para os produtos hortícolas e frutas. Temos ainda a Portugal Foods. Quando estamos presentes nos mercados internacionais, as nossas empresas vão debaixo dessas marcas «chapéu».

 

O que ainda está ainda por realizar?

As empresas têm que direccionar a sua estratégia para o mercado externo. Exportar é um imperativo cada vez maior. Mas exige da parte das empresas, que melhorem a sua competitividade, tenham bom conhecimento do produto que estão a comercializar, tenham as empresas certificadas, apostem na promoção, conheçam os formatos de distribuição que existem nos países para onde vão exportar. Esse trabalho está a ser feito.

 

O sector tem capacidade para ter um peso maior em termos de exportações?

Este é o sector de futuro. Cada vez mais, está presente na agenda europeia e mundial.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pedro Passos Coelho. Presidente do PSD

 

 

 

 

 

 

 

 

Que importância atribui a este sector?

Tem uma importância estratégica. Portugal precisa substituir importações também na área agro-alimentar. Este é um objectivo muito importante para o país e esperamos que haja daí um contributo grande para substituir importações e para ajudar a diminuir o nosso défice comercial. Em segundo lugar, precisamos exportar mais, sobretudo produtos transformados, que acrescentam valor e que têm beneficiado de um grande aport em matéria de inovação. Há várias indústrias agro-alimentares que têm apostado em inovação e isso nota-se hoje nos mercados que se abrem.

E certames, em particular como este, que não têm um carácter institucional de promoção do Governo ou das estruturas públicas, representam uma aposta muito importante daqueles que na área privada lutam por uma afirmação de Portugal mais forte no exterior. É muito importante que feiras como o SISAB, possam ajudar as nossas indústrias agro-alimentares a aproximarem-se mais de clientes potenciais que são indispensáveis para a economia portuguesa.

 

O que ouviu neste Salão dos produtores nacionais aqui presentes?

Aqueles que estão na área da exportação, pedem acima de tudo pedem que o Estado não atrapalhe muito. Que não mexa excessivamente no quadro fiscal de modo a dar estabilidade às exportações. Que o quadro muitas vezes suportado pela Cosec, para dar garantias adicionais as seguros de crédito à exportação possa funcionar melhor. Mas sobretudo, pedem uma coisa que é crítica para a exportação e não só: que o crédito que exista hoje no mercado possa chegar àqueles que dão mais valor à economia.

Isso nem sempre acontece, estamos a passar um tempo de desalavancagem financeira que vai durar mais do que um ano: os bancos têm menos dinheiro para conceder à economia.

E muitas destas empresas têm mais clientes, precisam de investir em mais fundo de maneio, de ter acesso a crédito para poderem aumentar as suas vendas e ganhar mais quota de mercado no exterior, e não o conseguem fazer. As taxas de juros que são pedidas pelos bancos são demasiado elevadas para os seus modelos de negócio - estamos a falar de taxas que já são superiores a 9,5 por cento. Portanto, precisamos concentrar os instrumentos de acesso à liquidez, de capital de risco, se seguro de exportação, de modo a que aqueles que estão sobretudo no mercado externo, possam não perder clientes e ajudar Portugal a equilibrar melhor a sua balança comercial.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Paulo Portas. Presidente do CDS-PP

 

 

 

 

 

 

 

 

O que pensa deste certame?

Este Salão, que todos os anos cresce cada vez mais, é um certame inteiramente privado, praticamente sem apoios públicos e isso prova o que é possível construir do ponto de vista da exposição de marcas, de levar Portugal mais longe. Está aqui gente de muitos países, fazem-se negócios. Não gostaria de deixar de elogiar quem organiza este salão.

 

Gostava de ser ministro da Agricultura?

Gostava que a agricultura em Portugal tivesse um ministro competente e forte. Que tivesse um Ministério organizado e eficaz no serviço aos agricultores e que Portugal usasse bem, até ao último cêntimo, os recursos que os fundos comunitários põem à sua disposição. Em Portugal, não há quem fale em nome mundo rural. E nunca teremos um Portugal equilibrado, povoado, ordenado, ecológico e sobretudo, desendividado, se não apostarmos nos agricultores. Para desendividar o país, apostem na agricultura, no mar e no turismo. Nós precisamos de produzir mais, exportar mais e substituir importações. A agricultura não foi uma prioridade nos últimos cinco anos, o Ministério foi destruído em muitas das suas capacidades técnicas. Só com agricultura é que temos produtos nacionais que podemos exportar e que nos permitem importar menos. É absolutamente decisivo, que a agricultura tenha peso político no Conselho de Ministros, que tenha força como prioridade num programa de Governo e sobretudo que alguém seja capaz de por o Ministério a funcional a tempo e horas ao serviço do ciente, que é o agricultor.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Jerónimo de Sousa. Secretário-Geral do PCP

 

 

 

 

 

 

 

 

Que importância tem este certame?

É um evento de grande significado, tendo em conta a situação do país e a importância da nossa produção nacional. Creio que é um belo exemplo, concentrando aqui produtores nacionais com opções claras em relação à qualidade, à estrutura das próprias empresas. Aqui se demonstra a razão funda que termos vindo a declarar: Portugal tem potencialidades imensas e particularmente em relação à produção agrícola, tendo em conta o nosso défice profundo, que belo exemplo que é esta iniciativa, que arrasa por completo aquela ideia que Portugal não tem hipóteses de sair da crise. Produza-se mais e confie-se nessas potencialidades.

 

Este sector tem, na sua opinião, tido os apoios e a valorização necessários?

Durante muitos anos chegamos à situação de se subsidiar para não se produzir, secundarizar a produção nacional, valorizar os produtos estrangeiros, particularmente depois da adesão à União Europeia. Com as consequências que isso teve no nosso aparelho produtivo, designadamente na agricultura. Chegados aqui, com uma situação de dependência inquietante, que já envolve questões da soberania alimentar. Esta iniciativa demonstra que vale a pena investir na agricultura. Existe uma mudança política em relação a este sector, mas também é com iniciativas destas que se rompe este cerco que estão fazer à nossa produção nacional.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Companhia das Lezírias

Frederico Falcão

 

Como correu a vossa participação no SISAB?

É a nossa segunda vez no SISAB. A primeira foi há 3 ou 4 anos. Reunimos com clientes actuais e procuramos novos contactos.

 

Como correu o certame? Conseguiram contactos de novos mercados?

Negociamos em vinhos e azeites e exportamos para Canadá, EUA, Brasil, Polónia, China, etc. Cerca de 23 por cento das nossas vendas são da exportação.

 

 

 

Dalper/Silnox

Cláudia Botelho

 

É a primeira vez no SISAB...

Decidimos estar presentes porque a organização do SISAB demonstrou interesse em receber negócios transversais à área alimentar. Recebemos boas referências dos nossos clientes e resolvemos estar presentes.

 

Como correu o certame?

Ficamos com uma boa primeira impressão. É uma boa organização, e nota-se o bom convívio entre os participantes. Por isso é para voltar. A exportação tem que ser a resposta.

 

Em que países é que já estão?

A Dalper/Silnox já exporta cutelaria para o Médio Oriente e para os PALOP, e temos muita produção de marcas próprias para cadeias de distribuição europeias.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Doceleia

David Pires

 

 

Pela primeira vez marcam presença no SISAB...

Ainda só tínhamos ouvido falar do SISAB e este ano quisemos marcar presença.

 

A Doceleia já está em

que países?

Negociamos em doçaria tradicional e já exportamos uma pequena percentagem da produção para o mercado da saudade, nomeadamente em França e Espanha.

 

Como correu o certame?

Para primeiro ano foi uma experiência razoável. O sector da doçaria requer um investimento grande, em transporte e conservação. O objectivo é procurar contactos que permitam reforçar as nossas exportações.

 

 

 

Sabamar

Edgar Almeida

 

 

É a primeira vez no SISAB...

Já tínhamos pensado em marcar presença e este ano tomámos a decisão.

Negociamos pescado e 15% das vendas vão para o estrangeiro. Angola e Inglaterra são os nossos principais mercados.

 

Como correu o evento?

Esta participação foi muito interessante pelos contactos realizados durante a feira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Portugália

Elsa Rosado

 

 

 

 

Porque decidiram estar presentes no SISAB?

Queremos exportar o conceito de restaurante/cervejaria Portugália, e esse objectivo levou a esta nossa primeira presença no SISAB. Tem sido uma boa experiência.

 

Está a correr bem então...

Penso que somos o primeiro restaurante aqui presente com este conceito. Já fizemos vários contactos e as pessoas estão a mostrar-se interessadas na nossa proposta de franchising.

 

 

 

J.Palmeiro

João Costa

 

 

Como correu o SISAB?

Foi a nossa terceira presença consecutiva. Correu bem. Recebemos clientes e contactámos pessoas de novos mercados. Queremos fazer não só novos contactos mas também estar presente para dar a conhecer a marca.

 

Qual o valor da expostação para a J. Palmeiro?

Vendemos farinhas e sobremesas instantâneas e exportamos 30% para os EUA e PALOP.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

AC Plast

Catarina Gomes

 

 

É a primeira vez que a AC Plast marca presença

no SISAB?

Temos clientes que nos tinham falado do SISAB e decidimos marcar presença pela primeira vez por iniciativa própria.

 

Querem começar a exportar para que países?

A nossa empresa vende embalagens plásticas

injectáveis para a área alimentar.

Ainda não exportamos, mas estamos aqui para fazer contactos nesse sentido. É por isso que estamos no SISAB e esperamos fazer contactos interessantes.

 

 

 

Cooperativa de Olivicultores de Valpaços

Luís Cardoso

 

 

É a primeira vez que estão presentes com um stand próprio...

É verdade. Estivemos no SISAB 2010 integrados num grupo maior e este ano decidimos apostar numa presença mais forte.

 

Foi uma aposta ganha?

Foi claramente uma boa opção. O SISAB correu bem, fizemos muitos contactos e isso era o que procurávamos. Agora vamos ver se fazemos também muitos negócios.

Vendemos azeite e exportamos cerca de 5 a

10% da produção.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Plásticos Futura

Goreti Sampainho

 

 

Como está a correr o SISAB?

Está a correr muito bem e já fizemos muitos contactos.

O SISAB está a ser para nós muito interessante. Representamos uma área que é necessária e estamos a ser procurados por clientes que nem nos passavam pela cabeça. A nível da organização está a correr tudo bem e pensamos voltar.

 

Em que países é que já estão presentes?

Temos uma presença muito forte na Europa e neste momento estamos a trabalhar os PALOP e já fiz contactos muito úteis.

Num futuro muito próximo vamos entrar nesses mercados e estes contactos vão ser muito úteis.

 

Qual o valor da exportação para a Plásticos Futura?

Temos uma presença muito forte na Europa e a exportação vale cerca de 50 por cento da nossa facturação.

 

 

 

Globopeixe

Mário Duarte

 

 

É a primeira vez que a Globopeixe está no SISAB?

É a primeira vez e está a correr bem. Já fizemos contactos novos e está a ser uma montra para os clientes que já temos no mercado externo. Nesse aspecto está a ser importante. Estamos satisfeitos.

 

Como está a correr?

O SISAB é importante porque vemos vários países representados, vários importadores. Já fizemos contactos novos e está a ser uma montra para os clientes que já temos no mercado externo. Nesse aspecto está a ser importante. A nível de organização só posso elogiar: vejo muito profissionalismo.

 

Já fizeram contactos novos?

Já fizemos alguns contactos para países que não estávamos à espera. Ficámos surpreendidos pela positiva. Posso dar o exemplo do Uzbequistão que está fora do nosso dia-a-dia. Fora do nosso mercado também já fizemos contactos com dois países da América Latina.

 

Em que países é que já estão presentes?

Na nossa empresa a exportação já vale cerca de 45 por cento. Nós somos líderes do mercado angolano no bacalhau. Queremos continuar a cimentar essa nossa posição e obviamente tentar crescer ainda mais. Estamos também em alguns países da Europa nomeadamente para as comunidades portugueses.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Testemunhos internacionais

Importadores destacaram ambiente profissional e variedade de produtos

 

 

 

 

 

 

Argélia

Esf Meli Melo Market

Bentallah Hafid

 

 

Que impressões leva do certame?

Esta é a segunda vez em que participo no SISAB.

A organização é muito bem feita.

Além disso, não imaginava que estivessem aqui tantas empresas portuguesas.

 

Como correram os contactos?

Encontrei produtos que andava à procura, principalmente da área da doçaria. Encontrei tudo o que esperava. Se houver ainda mais empresas e novos produtos, certamente voltarei no próximo ano.

 

 

 

Usbequistão

Jao Universal Desing

Sanjarbek Kamalou

 

Já tinha estado no SISAB?

Não, é a minha primeira participação. Gostei muito, porque reúne uma gama muito variada de produtos. Vou certamente voltar no próximo ano.

 

Que produtos procura?

Eu tenho uma cadeia de restaurantes e supermercados no meu país e por isso andei a ver de tudo um pouco. Estou mais interessado em azeites e vinhos.

 

Houve produtos que tenham chamado a atenção?

Não estava à espera de encontrar tanta variedade de peixe e marisco congelados e com uma tecnologia de embalamento tão moderna. E não estava igualmente a contar encontrar uma variedade tão grande de produtos oleaginosos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Líbano

Dal Mare Grup

Bechara Saliba

 

Já tinha estado no SISAB?

Não, é a primeira vez

que participo.

É uma boa Feira e pretendo estar presente na próxima edição.

 

Encontrou algum produto de interesse?

Sim, encontrei vários.

Estava à espera de ver preços mais baixos, mas a qualidade é realmente muito boa.

Contactei com produtores de vinho, bolachas, cerveja e águas, entre outros.

Há muito bons produtos gourmet, mas sofrem uma grande concorrência dos países árabes, já entre eles há uma política de isenção de taxas.

Entretanto Portugal e Líbano assinaram um acordo de taxas mínimas e em 2014 estas serão isentas, o que será muito bom.

 

 

 

Marrocos

Leader Packaging

Mohamed El’Andaloussi

 

O que pensa deste certame?

É diversificado, tanto em termos

de empresas como de produtos.

E conheço bem os produtos portugueses.

 

Encontrou produtos de interesse?

Já importo uma bebida energética e vim à procura de café e de bolachas e encontrei produtos

de boa qualidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Brasil

Walmart

Rafael Costa

 

Que impressões leva do certame deste ano?

A Walmart tem vindo ao SISAB nos últimos anos, porque no Rio de Janeiro, a aceitação dos produtos portugueses é muito grande. Nesse sentido, vim observar praticamente todos os produtos. Gosto bastante desta Feira, porque reúne um pouco de tudo.

 

Em quais produtos estava interessado?

Nós procuramos fornecedores a longo prazo e investimos neles, se o preço for adequado.

Estamos interessados em bacalhau, vinhos, azeites, entre outros.

Mas também vi produtos complementares.

 

Houve novos produtos que tenham chamado a atenção?

Sim, por exemplo pratos «congelados» semi-prontos, queijos e vinhos novos.

 

 

 

Índia

Silverline Enterprises

J. Singh

 

É a sua primeira participação neste certame?

É a minha primeira participação. Tenho já feito contactos com empresas portuguesas, mas é a primeira vez que venho ao SISAB. Importo vinhos e bebidas não alcoólicas e vim para conhecer as marcas, as regiões produtoras e as castas usadas.

Na Índia não temos muitas marcas de vinhos, apenas duas ou três.

 

Que impressão leva dos vinhos que encontrou?

Experimentei vários vinhos de excelente qualidade, e penso que Portugal tem que os divulgar melhor.

Vim com a intenção de concretizar negócios e achei que esta é uma Feira muito profissional, porque é voltada apenas para os negócios.

Fiquei realmente contente com a qualidade do certame e dos produtos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Guiné-Bissau

Darame Trading

Tchonde Daramo

 

Já tinha estado no SISAB?

É a primeira vez que participo e vim ver quais as oportunidades que me pode apresentar. Importo produtos de outros países e vim à procura de novos parceiros.

 

Veio à procura de que produtos específicos?

Ainda não importo produtos portugueses e estou interessado em óleos, águas, sumos, azeites e leguminosas, como feijão e grão-de-bico. E gostaria de encontrar uma maior variedade de farinhas e açucares.

 

Como correram os contactos?

Fiz bastantes e interessantes contactos, com negócios em perspectiva, porque a qualidade dos produtos é indiscutível, realmente bastante boa.

 

 

 

Polónia

Home4You

Roman Rogalski

 

É a primeira vez que está no SISAB?

É a terceira vez que venho ao SISAB. Está cada vez melhor. Há mais empresas interessantes e nota-se a evolução.

 

Que produtos quer importar?

Trabalho com vinhos.

Já importei vinhos portugueses mas entretanto fiz um interregno.

Habitualmente trabalho com vinhos espanhóis, franceses e italianos, mas agora quero voltar a ter vinhos portugueses e por isso vim ao SISAB.

Quero levar os melhores vinhos, aqueles que acho especiais. Dou primazia à qualidade e posso dizer que vou satisfeito.

 

Qual é a sua opinião sobre os vinhos portugueses?

Para mim os vinhos portugueses, sobretudo os alentejanos e da região do Douro, têm muita qualidade.

Conheço bem os alentejanos e do Douro mas no seu todo são vinhos de qualidade.

E, na minha opinião, têm vindo a melhorar.

 

O que está a achar do certame este ano?

A organização está melhor que nos outros anos.

Ajudam no que precisamos e isso é importante para os importadores presentes.

Toda a equipa do SISAB está de parabéns.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Marrocos

Orga Food

Nabil Benaichour

 

O que o fez vir ao SISAB?

A nossa empresa trabalha com conservas de sardinha e cavala e viemos à procura de oportunidades de negócios nesse sector.

 

Como correram os contactos?

A Feira está realmente muito interessante, porque as principais empresas na área das conservas estão presentes.

 

 

 

Marrocos

Groupex Import Export

Serge Elamri

 

Já tinha estado no SISAB?

Esta é a minha primeira participação e vim basicamente para perceber as oportunidades que oferece, os produtos portugueses que divulga. E também para fortalecer as relações com os parceiros portugueses.

 

Fechou algum negócio?

Entre outros, arroz e bolachas. Já importo sumos e neste certame fechei um negócio com uma empresa portuguesa da área dos chocolates, que vai enviar já um contentor.

No geral encontrei vários produtos que me chamaram à atenção, porque estou realmente muito interessado em importar produtos portugueses.

 

Como correram os contactos?

Estou realmente muito satisfeito com os contactos que fiz com os produtores/empresários portugueses, porque são muito profissionais e correctos. E encontrei dois produtores que sei que não encontraria numa grande feira no estrangeiro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tunísia

Tunisian Golden Fruits

Bessem Bougarradh

 

O que o fez vir ao SISAB?

É a primeira vez que participo neste Salão Internacional e vejo que está muito bem organizado e bastante diversificado.

 

Como correram os contactos?

Encontrei os produtos que me interessavam, principalmente as águias com gás e com sabores. Vi ainda produtos congelados que poderei vir a importar e que não estava à espera de encontrar. A Tunísia é banhada pelo mar Mediterrâneo e o pescado é apenas de espécies pequenas. Aqui encontrei produtos feitos à base de grandes peixes, como o atum. Há uma grande variedade de produtos. Penso voltar no próximo ano.

 

 

 

Argélia

Sarl Nutriflex

Ismael Zeghliche

 

O que pensa do certame?

É a segunda vez que visito o SISAB. O Salão é muito importante, pelas oportunidades de negócios que cria.

 

Como correram os contactos?

Muito bem. Há uma grande variedade de produtos e já negociei a importação de azeites.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Espanha

Empresa Divino

Alfonso Bazaga

 

O que o fez vir ao SISAB?

É a primeira vez. Vim a este evento para começar a importar produtos portugueses. Pela sua qualidade e porque gosto muito deles. Vim à procura de vinho, cerveja, água, produtos lácteos e peixe congelado.

 

Fez os contactos que esperava?

Fiz vários contactos e acho que consegui o que queria. Sobretudo nos vinhos e nos produtos lácteos. Mas levo bons contactos do SISAB.

 

Acha que os produtos portugueses vão ser bem aceites?

Sim. A qualidade portuguesa é boa. O consumidor aprecia a qualidade e os produtos portugueses vão ser bem aceites.

 

 

 

Japão

Karematsu Corp.

Yoshihisa Kanematsu

 

O que pensa do certame?

É a primeira vez que vimos a Portugal. Acho que a qualidade dos produtos é muito boa e o formato óptimo.

 

Que produtos chamaram à vossa atenção?

Entre outros, congelados, chocolates e almôndegas pré-cozinhadas.

Poderemos vir a fazer negócios no futuro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Angola

Azinor Lda

José Reis

 

O que o fez vir ao SISAB?

Estamos em Angola há 26 anos nos ramos da hotelaria e do comércio internacional.

Vim renovar contactos e com a perspectiva de criar novas parcerias e à procura e novos produtos.

O SISAB é óptimo porque apresenta um muito bom leque de produtos.

 

Veio à procura de que produtos específicos?

Sim, produtos gourmet, de excelência e com design apelativo, como vinhos e enchidos. O mercado angolano pede produtos diferenciados, é um mercado exigente e que quando compra, quer excelência. E os produtos portugueses já têm uma boa imagem e promoção.